Pouca vergonha

Foto em close da mão de um homem irreconhecível agarrando um lençol com prazer durante masturbação
Foto em close da mão de um homem irreconhecível agarrando um lençol com prazer durante masturbação · Imagem: Getty Images

Embora circule na internet e possa gerar uma experiência diferente, masturbação com a mão não dominante não gera impacto tão significativo

Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde
Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde · Imagem: Source: www.metropoles.com

Julia de Mesquita

Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde
Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde · Imagem: Source: www.metropoles.com

16/10/2026 02:00

Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde
Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde · Imagem: Source: www.metropoles.com

Getty Images

Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde
Masturbação com a mão não dominante impacta o cérebro? Ciência responde · Imagem: Source: www.metropoles.com

Entre as teorias que circulam na internet, há uma que sugere a prática da masturbação com a mão não dominante — ou seja, se você é destro, deveria tentar com a mão esquerda. O suposto benefício estaria associado à neuroplasticidade cerebral, que é a capacidade do órgão de se adaptar ao aprender algo novo.

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O que diz a ciência

Apesar de a proposta ter viralizado nas redes sociais, um estudo publicado na revista Laterality: Asymmetries of Body, Brain and Cognition indicou que 79% das pessoas preferem manter a prática tradicional com a mão dominante.

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Vibradores podem tornar a experiência da masturbação ainda mais prazerosa

Segundo Paul Rodway, um dos autores da pesquisa, essa preferência é explicada pela facilidade de controlar o movimento, tornando-o mais natural. O levantamento também trouxe dados sobre o uso de acessórios sexuais, como vibradores: 75% das mulheres afirmaram utilizá-los, enquanto entre os homens o índice foi de apenas 33%.

É tudo isso?

Para o terapeuta psicossexual Michael Stock, a teoria pode não entregar tudo o que a internet promete. Em entrevista a um portal internacional, o especialista afirmou não acreditar que a mudança de mão gere, de fato, uma diferença neurológica importante.

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Teoria sobre masturbação aponta para influência na neuroplasticidade

De qualquer forma, Stock não descartou a experiência: ele pontuou que as pessoas podem gostar da técnica por ser uma nova forma de explorar o prazer e descobrir sensações diferentes.